O aumento do imposto de importação sobre bens de capital, informática e telecomunicações reacende o debate sobre arrecadação e protecionismo. A medida, aprovada pela Câmara de Comércio Exterior, pode atingir mais de 1.200 produtos e gerar impacto imediato nas receitas do governo.
Neste corte de Mercado, Marcus Pestana, diretor-executivo do IFI, questiona se o foco é fechar as contas públicas ou regular o comércio exterior. Ele lembra que o imposto de importação tem caráter historicamente regulatório, mas alerta para possíveis efeitos inflacionários e para o risco de encarecer máquinas e tecnologias essenciais à modernização da economia. André Braz, da FGV Ibre, também comenta os desdobramentos.
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